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Alimentos fermentados e probióticos para crianças. A importância de conhecer suas diferenças microbiológicas

Resumo

O leite materno fornece microrganismos que colonizam o intestino e programam o sistema imunológico para desenvolver tolerância oral. Entre os 6 meses de amamentação exclusiva e os 2 anos recomendados de amamentação prolongada, a alimentação complementar leva a uma redução progressiva da entrada de microrganismos vivos no ecossistema intestinal. Isso ocorre porque os alimentos em geral - ao contrário do leite materno - são desprovidos de microrganismos ou, se estiverem presentes, são inativados durante o cozimento. Os alimentos fermentados e os probióticos poderiam ser uma estratégia nutricional valiosa, pois garantiriam o
de microorganismos vivos em caso de redução ou interrupção precoce da amamentação. Os termos "alimentos fermentados" e "probióticos" não são sinônimos. A identidade microbiológica, a segurança e a existência de estudos de eficácia clínica que apóiam ambos são fundamentais para entender suas diferenças.
O apoio a ambos é fundamental para entender suas diferenças e decidir sobre uma eventual recomendação dietética.